quarta-feira, 9 de abril de 2014

Olivier Reboul texto aula 10/04

Olivier Reboul

A Filosofia da Educação não é a pedagogia. Também não é a psicologia da criança. É um ramo da Filosofia. Ora a filosofia não visa  um saber-fazer, nem mesmo um saber, mas antes de mais o pôr em questão  de tudo o que acreditamos poder e saber.
O que é que caracteriza este pôr em questão? Em primeiro lugar ela é total: É um facto que já se filosofou sobre tudo, sobre Deus, sobre a delicadeza, sobre a ciência, sobre a arte, etc. Tal não significa que um filósofo seja alguém que se meta em tudo; pelo contrário, cabe-lhe limitar a sua investigão em função dos seus próprios meios. O que se quer dizer é que nenhum domínio da existência humana escapa à interrogação filosófica.
Por outro lado, toda a gente põe questões filosóficas, mas há poucos homens que tenham a coragem de as pôr até ao fim. É sobretudo aqui que se reconhece a filosofia: ela é radical , vai até à raíz do objecto que tem em vista. O homem vulgar, pergunta: “que horas são?”, enquanto o filósofo pergunta: “o que é o tempo?”;  e também “o que é o espaço,  o ser,  o homem?”.
O que o leva a questionar assim não é um simples interesse especulativo; a pergunta filosófica diz-nos respeito, e diz respeito à nossa própria existência: é vital.  Assim, quando se pergunta: “o que é o tempo?”, é de nós mesmos que se trata, da nossa angústia e da nossa felicidade, da nossa vida e da nossa morte. Se o existencialismo é apenas uma das filosofias existentes, e talvez ultrapassada, continua a ser verdade que toda a filosofia é existencial.
É a este nível que se pode falar de uma filosofia da educação.
Em primeiro lugar, a educação é uma parte da existência humana, da mesma forma que a arte, a ciência, e a linguagem. Deve  por isso haver uma filosofia da educação ao mesmo título com que existe uma estética, uma epistemologia, uma filosofia da linguagem. A filosofia da educação é aliás ensinada nas universidades anglo-saxónicas como um ramo à parte. Apesar de em França não ser assim, a verdade é que Montaigne, Rousseau, Comte, Alain foram, cada um à sua maneira, filósofos da educação.
Poderia pensar-se que se trata de um ramo menor da filosofia. No entanto, se se perguntar a um filósofo o que é o homem, o que o distingue do animal, ele responderá: o homem caracteriza-se pelo trabalho, ou pela linguagem, ou pela cultura. Ora, não existe trabelho, nem linguagem, nem cultura sem educação. O que diostingue o homem do animal, dizia Kant, é que “o homem não se pode tornar homem senão pela educação” A filosofia da educação é pois uma interrogação radical. A filosofia da educação não pergunta como curar a dislexia, mas de onde vem a importância que se atribui ao facto de ler; não pretende melhorar as relações entre pais e filhos mas indaga a natureza da família, o seu valor, os seus limites, numa palavra, o seu sentido; não ensina a estabelecer o emprego do tempo escolar mas examina o valor de cultura das diferentes disciplinasa escolares. Gradualmente, coloca-nos diante da mais radical das questões: “o que é o homem para que deva ser educado?”
Questão igualmente vital pois que diz respeito ao destino das crianças que nos são confiadas e, por isso mesmo, ao futuro da humanidade que está para vir. Se o homem deve o que é à educação, então não é nunca tarde demais para se perguntar qual o seu valor, as suas possibilidades e os seus limites, isto é, para fazer uma filosofia da educação.
Em boa verdade, este empreendimento não é novo. Desde que uma civilização, mesmo arcaica, se interroga sobre o sentido da educação por si dispensado, a filosofia da educação tem aó i seu começo:
“Quando amanhã o teu filho te perguntar: “Que são estas instruções, estas leis e estes costumes que o Eterno, vosso Deus, nos prescreveu?” - tu dirás ao teu filho ... “
                                                                    ( Deterónimo, VI, 20 e ss )

Quando amanhã: Chega sempre um momento em que a criança interroga os seus pais, em que o aluno critica o seu mestre, em que toda uma geraçao pôe em questão a geração que a precedeu. É este o momento da filosofia: quer nós queiramos quer não, estamos  colocados entre a espada e a parede.  Como Édipo diante da Esfinge, temos que responder ou morrer.
Tu dirás ao teu filho: Evidentemente a resposta da Biblia pode parecer completamente desactualizada. O que permanece actual é o facto de ela não se servir de rodeios, não tentar justificar as inumeráveis prescrições da Lei judaica por um apelo à autoridade, ou à utilidade, ou aos bons sentimentos, antes ir direita ao essencial, ao porquê de todos os constrangimentos e de todas as suas regras: “...a fim de temer o Eterno nosso Deus, de sermos sempre felizes e de viver
Hoje o problema da educação pôe-se com uma intensidade quase insustentável. O movimento de Maio de 1968 não começou por uma contestação dos poderes públicos, mas sim dos professores, da sua autoridade, da instituição que eles representavam e, finalmente, de toda a civilização. Abriu-se o debate em França, como em outros sítios, sobre o sentido da educação. Existe hoje em dia algum pai que não tenha sido posto em causa pelos seus filhos ou um mestre pelos seus alunos? Não é verdade que as instituições como a escola, a família, a universidade, antes incontestáveis, se encontram hoje contestadas? Lastima-se que esta contestação tome uma forma selvagem e exclua todo o diálogo. Mas, quem é que primeiro exclui o diálogo: não fomos nós que constantemente eludimos ou reprimimos as questões mais vitais da juventude, sobre a autoridade, sobre o valor das regras sociais, sobre Deus, sobre a política, sobre o sexo, em vez de respondermos indo directamente ao essencial? Acreditámos sempre que era ainda demasiado cedo para responder; os jovens por seu lado pensam, e não sem razão, que é já demasiado tarde.
E é por isso que hoje, diante destas questões que os jovens nos colocam, a filosofia da educação é tão útil; questões que nos pôem contra a parede, questões difíceis, que tocam nos problemas éticos e políticos mais agudos e às quais é impossível arriscar responder sem nos comprometermos.
Perguntar-se-á se, apesar de tudo, esta reflexão filosófica não é vazia; hoje que existem as “ciências da educação”. É aqui que é preciso recordar a tarefa específica do filósofo.
Primeiro, sem com isso querer reduzir a filosofia à análise lógica, pode-se dizer que a filosofia da educação é insubstituivel enquanto reflexão sobre o sentido das palavras usuais e suas relações. Filosofar é, em primeiro lugar, perguntar o que se quer dizer. Tomemos esta afirmação de Horace Mann: “Todo o homem que nasce neste mundo tem direito natural à educação”. O que significa aqui natural, e qual a sua relaçãoo com o direito; trata-se de uma constatação de facto, de uma prescrição moral ou da expressão de um sentimento? Outro exemplo: pergunta-se: “o que é a educação moral?” O senso comum responderá: “é fazer com que as pessoas se conduzam moralmente”. Basta reflectir um pouco para ver quanto esta resposta é contestável e mesmo perigosa pois que se a educação consiste simplesmente em levar as crianças a não roubar, a não mentir, a obedecer às normas em vigor, teríamos apenas produzido autómatos, incapazes de compreender o que fazem e porque o fazem, incapazes portanto de se adaptar a novas situações. Sob a ocupação alemã, mentir, roubar, infringir as normas válidas em tempo normal, poderia ser moral. Fazer com que as pessoas se conduzam moralmente é arriscar fazer com que não haja moral, nem mesmo gente!
Mas, não chega perguntar o que se quer dizer. Trata-se também de saber o que se quer dizer. É sobretudo aqui que a filosofia é insubstituível. As ciências humanas estudam o objecto da educação, em particular a criança, quanto à sua natureza, ao seu meio e à sua evolução. A pedagogia estuda os meios  da educação. A filosofia reflecte sobre os seus fins: porque é que se educa ? qual o critério de uma educação bem sucedida ? Quando um pai declara ao seu filho : “É para teu bem”, esta referência a um “bem” é já uma posição filosófica que nenhuma ciência pode fundamentar. O fim da filosofia é saber o que implica esta opção, por exemplo, será possível “fazer o bem” contra a sua vontade ? A partir do momento em que um educador se interroga sobre os fins do seu empreendimento, fá-lo filosofando, desde que com conhecimento de causa.
Se estes problemas dizem necessariamente respeito à filosofia, é igualmente verdade que os grandes filósofos abordaram o problema da educação: Platão, Aristóteles, St. Agostinho, Tomás de Aquino, Montaigne, Erasmo, Hegel, Comte, Hobbes, Locke, Hume, Rousseau, Kant, Fichte, Spencer, Nietzsche, Alain, Dewey, para não citar senão aqueles que fizeram da educação o tema central do seu pensamento. O próprio Descartes, pouco preocupado em ensinar, não começou ele o seu Discurso pelo processo de educação que havia recebido? Com efeito, uma filosofia da educação depende sempre das premissas metafísicas do seu autor: ela será diferente num racionalista e num empirista, num idealista e num  materialista, num conservador e num revolucionário. No entanto, seria desconhecer o espírito filosófico acreditar que aborda os novos problemas que se lhe colocam de forma preconceituosa. Se cada filósofo considera a educação em função do seu sistema, seria possível mostrar, em contraposição, de que modo essa consideração interfere na génese d o seu sistema. Compreender-se-ía mal Platão, por exemplo, se se ignorasse a sua revolta contra o absurdo da educação tradicional e contra o engano do ensino sofistico.
De forma ainda mais profunda, poder-se-ia afirmar que a educação é talvez a prova decisiva do pensamento filosófico. Ela permite discernir o sentido humano dos debates filosóficos para lá dos seus aspectos técnicos, colocar os conceitos mais abstractos à prova da prática, mostrar que a filosofia não é somente trabalho de especialistas, mas dos homens.
“O ponto de vista da educação permite-nos compreender os problemas filosóficos no lugar em que eles surgem e crescem, no seu lugar próprio, lá onde o “sim” e o “não” exprimem uma oposição prática. Se se vir na educação, a formação das tendências fundamentais, intelectuais e afectivas, que têm por objecto a natureza e os nossos semelhantes, podemos chegar ao ponto de definir a filosofia como a teoria geral da Educação” ( Dewey, Democracy and Education, p.328 )

Quando amanhã o teu filho te perguntar”: não há dúvida de que toda a filosofia nos prepara para o amanhã. E quando a Filosofia reflecte sobre a Educação não é verdade que ela se transforma então na forma mais elevada da educação, a “educação dos educadores?”



(Tradução de Susana do Céu Gil Andrade, revisão de Olga Pombo)


segunda-feira, 24 de março de 2014


Resumo para prova 25/03

Olá pessoal segue um resumão para a prova BOA SORTE!!!





PROFESSORA SIM TIA NÃO


 Na 3º carta ele fala sobre fiz o magistério porque não tive outras possibilidade. A educação, o ensinar é algo muito sério o propósito de ensinar é assumir com responsabilidade a tarefa docente, ou seja, lidamos com seres humanos. Não é justo fazermos o magistério porque não tivemos outra oportunidade e sim fazê-lo por amor ao ensinar. 
 Planejar para ensinar Rosaura Soligo O fato é que o planejamento ainda não tem ocupado o lugar que merece na prática de muitos professores e, infelizmente, não são raras as reações negativas diante da necessidade de planejar, talvez pelo fato de, em geral, estar associada a uma exigência burocrática. Mas, na verdade, a razão de ser do planejamento é orientar o ensino (e, conseqüentemente, favorecer a aprendizagem), portanto, a sua principal finalidade é didática.O ato de planejar é fundamental porque permite:
 • ter maior clareza de quais são as metas do trabalho pedagógico, ou seja, o que se pretende que os alunos saibam ao final de um período, que pode ser uma semana, um dia, um mês,um ano... ; 
• pensar com antecedência as ações que se julga necessárias para o alcance dos resultados desejados e sequenciá-las considerando os diferentes níveis de desafio que colocam aos alunos; 
• avaliar o trabalho realizado, não apenas em relação aos resultados, mas também em relação às ações desenvolvidas ao longo do processo, o que pode contribuir para redirecioná las(se o propósito for ajustar as propostas considerando as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos);
 • verificar a coerência entre o que se pretende alcançar com os alunos e o que realmente acontece na sala de aula – isto é, entre o que se deseja obter em termos de resultado e o que efetivamente se faz para tanto.

Desse ponto de vista, a situação de planejamento do trabalho pedagógico é uma situação de formação dos professores, das mais importantes, porque exige a ampliação do conhecimento sobre a razão das propostas, a busca das condições mais adequadas para alcançar os objetivos que se tem, a antecipação das ações a serem desenvolvidas e a avaliação do trabalho realizado(só para citar alguns aspectos).
Um processo de planejamento que se pretende adequado precisa contemplar, de algum modo,quatro dimensões: a recorrência dos conteúdos, a diversidade e a provisoriedade das propostas e o coletivo como instância privilegiada de discussão e construção do próprio planejamento. A recorrência dos conteúdos tem a ver com a conquista dos objetivos propostos, pois sabemos que os objetivos não são alcançados todos em um só tempo e de forma igual para todos os alunos. Portanto, é preciso que os conteúdos – necessários para o desenvolvimento das capacidades tomadas como objetivos - estejam distribuídos no tempo de modo a, sempre que necessário, serem retomados e abordados em outros níveis de complexidade, em diferentes momentos durante o mesmo ano e/ou em diferentes anos de escolaridade.

 A diversidade
relaciona-se com a heterogeneidade dos alunos em uma mesma turma e entre as turmas. Muitas vezes, em uma mesma faixa etária, se verificam conhecimentos, experiências e atitudes bem diferentes em relação a um determinado conteúdo, o que exige do professor encaminhamentos diferenciados.

A provisoriedade
refere-se à necessidade de reajustar o planejamento, de reformulá-lo à medida que, ao ser posto em prática, o professor consegue observar outros aspectos que antes não havia considerado.

A coletivo
, como instância de discussão e construção do planejamento, expressa a convicção de que os resultados alcançados coletivamente, em um grupo de fato colaborativo, são muito superiores aos que cada profissional obtém sozinho. Portanto, nesse sentido, o trabalho coletivo é fundamental porque é uma contribuição não só para os próprios professores, que têm a chance de potencializar os conhecimentos uns dos outros, mas também para os alunos, que, mesmo de modo indireto, são beneficia do duplamente. 

4 PILARES DA EDUCAÇÃO ....DELORS


Os pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação onde se propõe uma educação direcionada para os quatro tipos fundamentais de educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser, eleitos como os quatro pilares fundamentais da educação.
O ensino debruça-se essencialmente sobre o domínio do aprender a conhecer e, em menor escala, do aprender a fazer. Estas aprendizagens, direcionadas para a aquisição de instrumentos de compreensão, raciocínio e execução, não podem ser consideradas completas sem os outros domínios da aprendizagem, muito mais complicados de explorar, devido ao seu caráter subjetivo e dependente da própria entidade educadora.
Os pilares são quatro, e os saberes e competências a se adquirir são apresentados, aparentemente, divididos. Essas quatro vias não podem, no entanto, dissociar-se por estarem imbricadas, constituindo interação com o fim único de uma formação do indivíduo.
Por isso a prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que serão para cada indivíduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver.




Aprender a conhecer: refere-se a aquisição dos instrumentos do conhecimento.

Raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória, ou seja, sobre os processos cognitivos por excelência. Contudo, deve existir a preocupação de despertar no estudante, não só estes processos em si, como o desejo de desenvolvê-los, a vontade de aprender, de querer saber mais e melhor. O ideal será sempre que a educação seja encarada, não apenas como um meio para um fim, mas também como um fim por si. Esta motivação pode apenas ser despertada por educadores competentes, sensíveis às necessidades, dificuldades e idiossincrasias* dos estudantes, capazes de lhes apresentarem metodologias adequadas, ilustradoras das matérias em estudos e facilitadoras da retenção e compreensão das mesmas.

*idiossincrasias: é uma característica de comportamento peculiar de um indivíduo ou um grupo, e é uma palavra de origem grega. O termo tem vários sentidos, depende onde é empregado, e também pode ser aplicado para símbolos que significam algo para uma pessoa em particular.



Aprender a fazer: refere-se essencialmente à formação técnico-profissional do educando

Indissociável do aprender a conhecer, que lhe confere as bases teóricas, consiste essencialmente em aplicar, na prática, os seus conhecimentos teóricos. Atualmente existe outro ponto essencial a focar nesta aprendizagem, referente à comunicação. É essencial que cada indivíduo saiba comunicar. Não apenas reter e transmitir informação mas também interpretar e selecionar as torrentes de informação, muitas vezes contraditórias, com que somos bombardeados diariamente, analisar diferentes perspectivas, e refazer as suas próprias opiniões mediante novos fatos e informações.Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas.

 • Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.



Aprender a viver com os outros:

Este domínio da aprendizagem consiste num dos maiores desafios para os educadores, pois atua no campo das atitudes e valores. Cai neste campo o combate ao conflito, ao preconceito, às rivalidades milenares ou diárias. Se aposta na educação como veículo de paz, tolerância e compreensão; mas como fazê-lo?

O relatório para UNESCO não oferece receitas, mas avança uma proposta baseada em dois princípios: primeiro a “descoberta progressiva do outro” pois, sendo o desconhecido a grande fonte de preconceitos, o conhecimento real e profundo da diversidade humana combate diretamente este “desconhecido”. Depois e sempre, a participação em projetos comuns que surge como veículo preferencial na diluição de atritos e na descoberta de pontos comuns entre povos, pois, se analisarmos a História Humana, constataremos que o Homem tende a temer o desconhecido e a aceitar o semelhante. Hoje em dia os alunos tem que respeitar os professores como eles são respeitados em casa assim deve ser a manifestação do aluno.

Aprender a ser:

 Este tipo de aprendizagem depende diretamente dos outros três. Considera-se que a Educação deve ter como finalidade o desenvolvimento total do indivíduo “espírito e corpo, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade”.
À semelhança do aprender a viver com os outros, fala-se aqui da educação de valores e atitudes, mas já não direcionados para a vida em sociedade em particular, mas concretamente para o desenvolvimento individual.
Pretende-se formar indivíduos autônomos, intelectualmente ativos e independentes, capazes de estabelecer relações interpessoais, de comunicarem e evoluírem permanentemente, de intervirem de forma consciente e proativa na sociedade


Viviane Nascimento.

Aprender a aprender

"O aprendido é aquilo que fica depois que o esquecimento fez o seu trabalho". Rubem Alves. (este vídeo e longo os outros são trechos).

Aprender a fazer

"O pensamento só entra em ação quando ele é provocado pelo desejo. É o desejo que acorda o pensamento." Rubem Alves.



Aprender a Ser



Garotas infelizmente não consegui postar todos os trechos dos vídeos, mas se entrarem no youtube vão encontrar, cada um tem cerca de 4 min.