sábado, 16 de agosto de 2014
A surdez e suas implicações
Exercícios práticos de libras
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
REINAÇÕES DE NARIZINHO
Garotas segue um link para acessar o Livro
REINAÇÕES DE NARIZINHO...
Os desafios atuais da profissão de pedagogo
terça-feira, 27 de maio de 2014
Resumo Prova Pisicologia
Piaget, Vigotscky e Wallon São estudiosos da psique humano o que
diferencia Wallon dos outros e que ele vê a pessoa pelo completo,
pesquisa sua personalidade, para ele uma pessoa só completa a sua personalidade
através dessas características: Afetividade, movimento, inteligência.
Piaget
Piaget não se preocupa com o social e sim com o homem em particular,
(intrapessoal), o que acontece mentalmente em cada criança para obter o
conhecimento.
Ex: A criança se desenvolve biologicamente, vê um celular em cima da
mesa, após desenvolver seus movimentos (por ser um ser capaz de se desenvolver)
consegue pegar o celular, começa a mexer no celular, o celular toca a criança
se assusta (desequilibra) se desenvolve novamente (estruturação).
Assimilação e Acomodação= adaptação
Como seres biológicos nos temos que nos adaptar, para isso temos que
assimilar e acomodar = equilibrar.
Assimilar consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquema
mentais preexistente a acomodação.
Já a acomodação se refere a modificações dos sistemas.
0-2
anos inteligência prática
Desenvolvemos esquemas mentais, como qualquer animal.
2-7
anos estagio pré-operatório
Diferencia-se dos animais porque começa a falar e pensar.
Inteligência + fala e igual a pensamento.
Ele pensa imediato não elabora muitos conceitos ( não pensa como
adultos tem lógica infantil).
7-12
estagio- operatório
Entende o mundo de maneira mais organizada. Cientificamente tem dois
estágios no operatório o concreto que é de 7 a 12 anos, que pensa dedutivo
(deduz). E o formal que é de 12 anos em diante (por hipótese) por exemplo, se
você falar um quilo de algodão e um quilo de farinha ela já terá uma noção de
forma e espaço sem ter a necessidade de ver.
Piaget trabalha com experimento cientifico, ele observa a criança e
comprova através do processo de observação.
E a teoria de Piaget que da base ao construtivismo (proposta
educacional).
Porém Piaget não era pedagogo e nunca usou o termo construtivismo, esse
foi atribuído a ele.
Vigotscky
Para Vigotscky o desenvolvimento da criança depende do meio em que ela
vive. Para ele cada criança vai se desenvolver conforme a cultura de seu pais.
Planos genéticos de Vigotscky:
Filogêneses:
Significa desenvolvimento da espécie
Ex: Um ser humano não pode voar, pois não possui características para
isso.
Ontogêneses:
Desenvolvimento individual, cada um se desenvolve ao seu tempo.
Sociogêneses:
Depende da cultura em que vive.
Ex: Eu falo português porque sou brasileiro.
(O sujeito tem características de um grupo).
Microgêneses:
Desenvolvimento mental de cada um que são particularidades e gostos
diferentes (O sujeito desenvolve características próprias) .
Interpessoais:
Interpessoais são os desenvolvimento de todos.
Intrapessoais:
São ações que desenvolvemos para nos.
Obs.: A pessoa recebe as informações e desenvolve.
O conhecimento dos outros passa a ser seu.
O ser humano possui mediação simbólica, através de símbolos.
Para Vigotscky o pensamento não e expresso pela palavra, mas e por ela
que ele começa a existir.
A linguagem é, antes de tudo, social.
Portanto, sua função inicial é a comunicação, expressão e
compreensão.
Essa função comunicativa está estreitamente combinada com o pensamento.
A comunicação é uma espécie de função básica porque permite a
interação social e, ao mesmo tempo,
organiza o pensamento.
Para Vygotsky, a aquisição da linguagem passa por três fases: a linguagem social, que seria esta que
tem por função denominar e comunicar, e seria a primeira linguagem que surge.
Depois teríamos a linguagem egocêntrica e a linguagem interior, intimamente
ligada ao pensamento.
A progressão da
fala social para a fala interna, ou seja, o processamento de perguntas e
respostas dentro de nós mesmos – o que estaria bem próximo do pensamento,
representa a transição da função comunicativa para a função intelectual.
Nesta transição, surge a
chamada fala egocêntrica. Tratasse da fala que a criança emite para si mesma,
em voz baixa, enquanto está concentrada nalguma atividade.
A fala egocêntrica
constitui uma linguagem para a pessoa mesma, e não uma linguagem social, com
funções de comunicação e interação. Esse “falar sozinho” é essencial porque
ajuda a organizar melhor as ideias e a planejar
melhor as ações.
O discurso interior é uma fase posterior em relação à fala
egocêntrica.
É quando as palavras passam
a ser pensadas, sem que necessariamente sejam faladas. É um pensamento expresso
em palavras.
O pensamento não coincide
de forma exata com os significados das palavras. O pensamento vai além, porque
capta as relações entre as palavras de uma forma mais complexa e completa que a
gramática faz na linguagem escrita e falada.
Para a expressão verbal do
pensamento, às vezes é preciso um esforço grande para concentrar todo o
conteúdo de uma reflexão numa frase ou num discurso. Portanto, podemos concluir
que o pensamento não se reflete na palavra; realizasse nela, a medida em que é
a linguagem que permite a transmissão do seu pensamento às outras pessoas
Wallon
Para
Wallon o ser humano é organicamente social , para Vigotscky não trazemos características
orgânicas sociais, Wallon acredita que o hoem nasce integrado ao social, ele tem uma visão bem semelhante a de Piaget,
afirmando que a criança tem estágios de desenvolvimento, contudo ele não
acredita que a criança desenvolva de maneira linear, mas sim de em uma sucessão
de fases que se alternam, na fase de maior predominância do lado
emocional/afetiva, a criança está voltada para si mesma, já na outra fase em
que está voltada para seu lado cognitivo, encontra-se mais receptiva e
interativa, proporcionado momentos de conflitos e crises que tornam o
aprendizado mais rico, ou seja, as emoções internas da criança intermediam sua
relação com o mundo exterior.
Piaget: olhar Biologico
Vigotscky: olhar para o social
Wallon: o ser Humano Biológico, Psicológico, social
e afetivo.
Características: Estudo do movimento / Emoção
Estagio impulsivo emocional
Emoção – Movimento – Cognição = se une e a pessoa
fica completa
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Resumo Prática de ensino
PRATICA DE ENSINO II
ESTUDAR:
PERSPECTIVAS
ATUAIS DA EDUCAÇÃO by Vivi Nascimento
Para GADOTTI,
perspectiva é uma antecipação qualquer do futuro, falar de perspectiva é falar
de esperança no futuro.
PERSPECTIVA do latim perspectivus examinar
atentamente até o fim.
Todas as mudanças
vividas nos últimos 30 anos, como por exemplo, a globalização, os avanços
rápidos da tecnologia, os diversos movimentos sociais acarretaram numa
expectativa Geraldo que será o futuro.
O homem é seu próprio
inimigo e ao contrário do que se imaginava anteriormente, de que a guerra
acabaria com ele, agora é a falta de controle da produção industrial é que pode
sim acabar com a vida em nosso planeta.
Segundo GADOTTI, a educação
voltada para o futuro será sempre contestadora e vai superar os limites tanto
do estado quanto do mercado.
A escola hoje tem o
papel de gestora do conhecimento, uma vez que, espaços sociais e domiciliares
tornaram-se espaço de ensino-aprendizagem, em especial o ensino à distância,com
tudo isso ocorrendo é necessário ter projetos, dados e fazer sua própria
inovação, ou seja, uma reestruturação curricular para alcançar a cidadania.
O professor educador
deve ser sensível e consciente, por fim GADOTTI retoma os 4 pilares da educação
de Delors(1998) que aponta o indivíduo da sociedade do conhecimento como um ser
que necessita de uma aprendizagem ao longo da vida que está calçada nos seguintes
pilares:
Aprender a conhecer
Aprender a fazer
Aprender a viver juntos
Aprender a ser
Esses pilares podem ser
considerados como uma bússola no sentido de levar a educação rumo ao futuro, a
escola tem que se adequar ao novo papel da educação.
CUIDAR
DA APRENDIZAGEM by Alexsandra Santana
O autor diz que professor não é quem da aula, mas sim aquele que cuida
da aprendizagem, sendo que, cuidar no sentido de um ensino que não seja mera
transmissão de conhecimento, mas sim ensino libertador, realizado com
compromisso ético e técnico que investe na emancipação do educando.
Segundo Pedro Demo, o ensino é de dentro para fora e o aluno é o centro
e o professor, mais do que dominar conteúdos, deve ensinar ao aluno a ter a
capacidade de pensar.
O educador deve refletir sobre sua práxis educativa, no sentido de
repensar o caráter ideológico que a orienta: “Estamos dando aula ou cuidando da
aprendizagem?” Ele também deve se reconhecer como elemento transformador da
realidade social de cada aluno e ser capaz de promover um ensino disruptivo,
que provoca o aluno a pensar, desenvolver argumentos, ter opinião formada e
principalmente aprender a aprender.
Papel do aluno: pesquisar e elaborar, saber produzir conhecimentos e não
copiar ou reproduzir.
Papel do professor: ensinar o aluno a pesquisar, elaborar para que ele
tenha condições de produzir conhecimento.
A
INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO
Uma boa interação
professor-aluno contribui de forma positiva levando o aluno a assimilar
conhecimentos, desenvolver hábitos e atitudes de convívio social, cooperação e
respeito humano. É na relação com o educando que o educador estimula, ativa,
orienta o aluno no seu interesse e esforço individual, orientando-os na sua
aprendizagem.
Na relação
professor-aluno, destacamos 2 funções:
Incentivadora-
incentivar o educando para manifestar seu interesse
Orientadora-
orientando-o a sistematizar seu próprio conhecimento.
Esta relação na verdade
é uma permuta de ideias, conhecimentos, ideais e valores que influenciam na
formação da personalidade.
Na relação pedagógica,
o diálogo é fundamental para estabelecer uma
aprendizagem de valores e é nesse diálogo que o professor aprende com o aluno e
passa a tomar conhecimento de habilidades e valores que o aluno traz de seu
ambiente familiar.
AUTORIDADE X AUTORITARISMO
É um valor e tem a ver com
pensa tudo saber e nada mais
uma conquista de disciplina quer
aprender,impor disciplina.
DEZ
QUESTÕES IMPORTANTES A CONSIDERAR
Variáveis que interferem nos resultados do trabalho
pedagógico
Para aplicar as 10 questões levantadas por Rosaura Soligo
é necessário conhecer nossa história , nosso contexto.O desafio de organizar a prática pedagógica a partir
do modelo metodológico da resolução de problemas se expressa, principalmente,
no planejamento de situações de ensino e aprendizagem difíceis e possíveis ao
mesmo tempo, ou seja, em atividades e
intervenções pedagógicas adequadas às necessidades e possibilidades de
aprendizagem dos alunos. Uma prática desse tipo pressupõe:
ü favorecer
a construção da autonomia intelectual dos alunos;
ü considerar
e atender às diversidades na sala de aula;
ü favorecer
a interação e a cooperação;
ü analisar
o percurso de aprendizagem e o conhecimento prévio dos alunos;
ü mobilizar
a disponibilidade para a aprendizagem;
ü articular
objetivos de ensino e objetivos de realização dos alunos;
ü criar
situações que aproximem, o mais possível, "versão escolar" e
"versão social" das práticas e conhecimentos que se convertem em
conteúdos na escola;
ü organizar
racionalmente o tempo;
ü organizar
o espaço em função das propostas de ensino e aprendizagem;
ü selecionar
materiais adequados ao desenvolvimento do trabalho;
ü avaliar
os resultados obtidos e redirecionar as propostas, se eles não forem
satisfatórios.
Para
desenvolver um trabalho pedagógico orientado por esses propósitos, é preciso
que os professores tornem-se cada vez mais capazes de:
ü analisar
a realidade, que é o contexto da própria atuação;
ü planejar
a ação a partir da realidade à qual se destina;
ü antecipar
possibilidades que permitam planejar intervenções com antecedência;
ü identificar
e caracterizar problemas (obstáculos, dificuldades, distorções,
inadequações...);
ü priorizar
o que é relevante para a solução dos problemas identificados e autonomia para
tomar as medidas que ajudam a solucioná-los;
ü buscar
recursos e fontes de informação que se mostrem necessários;
ü compreender
a natureza das diferenças entre os alunos;
ü estar
aberto e disponível para a aprendizagem;
ü trabalhar
em colaboração com os pares;
ü refletir
sobre a própria prática;
ü utilizar
a leitura e a escrita em favor do desenvolvimento pessoal e profissional.
O que garante os
resultados
A
observação da realidade e algumas pesquisas sobre o ensino e a aprendizagem vêm
indicando que há um conjunto de variáveis que interferem nos resultados
(positivos ou negativos) do trabalho pedagógico. As principais são as
seguintes:
1.
A concepção de ensino e aprendizagem do professor e o nível de conhecimento
profissional de que dispõe.
2.
A crença do aluno na sua própria capacidade de aprender e o reconhecimento e a
valorização dos seus próprios saberes.
3.
O contexto escolar em que as situações de ensino e aprendizagem3
acontecem.
4.
O contrato didático que rege as situações de ensino e aprendizagem.
5.
A relação professor-aluno.
6.
O planejamento prévio do trabalho pedagógico.
7.
As condições de realização das atividades propostas.
8.
A intervenção do professor durante as atividades.
9.
A gestão da sala de aula.
10.
A relação da família com a aprendizagem dos alunos e com a proposta pedagógica.
Por
que nem sempre conseguimos ensinar a todos?
Cada vez mais os
educadores vêm procurando nas suas propostas de ensino as razões da ineficácia
da aprendizagem. Quando as atividades
"não dão certo", geralmente o problema está relacionado a uma das dez
variáveis abordadas neste texto, e não à falta de capacidade dos alunos.
Esse redirecionamento do olhar dos educadores tem uma grande importância
política, pois revela uma atitude profissional da maior seriedade: a
responsabilidade pelos resultados do próprio trabalho. Numa categoria que luta
a duras penas pela profissionalização – como é o magistério – essa atitude é
uma grande conquista. Significa que os professores começam a se sentir
responsáveis não só pelo sucesso mas também pelo fracasso na aprendizagem dos
seus alunos, assim como é de se esperar, considerando todas as especificidades dessas
profissões, que médicos se sintam responsáveis pelo fracasso na cura dos seus
doentes; engenheiros, pelo fracasso nas construções e máquinas que projetam;
advogados, pelo fracasso na defesa de seus clientes; publicitários, pelo
fracasso das campanhas que inventaram...
COMPETÊNCIA
E PROFISSIONALISMO
Competência e
profissionalismo são duas palavras muito presentes no discurso educacional,
ainda que com conotações variadas, oscilando, algumas vezes, entre pólos
antagônicos.
Competência
: saber fazer- know how – savoir fair
Profissionalismo:
saber técnico.
A atuação do
profissional deve pautar-se necessariamente em um repertório de valores
socialmente acordados tendo por base princípios fundadores que ultrapassam em
muito a busca do lucro, do benefício pessoal, é impossível compreender suas
ações sem uma perspectiva ética.
Como se sabe, a Ética e
a Moral dizem respeito aos valores. No entanto, ainda que tais termos sejam
utilizados hoje de modo razoavelmente indistinto, eles têm origens diversas e a
compreensão de tal distinção pode ser útil para a compreensão do lugar da Ética
no exercício profissional. O termo "Moral" é de origem latina (mos,
moris), associado a regras, a costumes, a modos de procedimentos; já o termo
"Ética" origina-se do grego ethos, estando associado a uma reflexão
sobre os costumes, ou sobre a moral, fundada em princípios que transcendem a
mera consolidação de hábitos. Trata-se de uma distinção sutil, mas fundamental.
A Ética e a Moral dizem respeito a
normas de conduta, que expressam valores e que regulam as ações, os fatos.
A
CRIANÇA E O NÚMERO
O livro aborda os processos envolvidos na construção do
conceito de número pelas crianças e ajuda o professor a observar como elas
pensam a fim de entender a lógica existente nos erros.
O texto enfatiza que uma criança ativa e curiosa não aprende
Matemática memorizando, repetindo e exercitando, mas resolvendo
situações-problema, enfrentando obstáculos cognitivos e utilizando os
conhecimentos que sejam frutos de sua inserção familiar e social. Ao mesmo
tempo, os avanços conquistados pela didática da Matemática nos permitem afi
rmar que é com o uso do número, da análise e da refl exão sobre o sistema de
numeração que os pequenos constroem conhecimentos a esse respeito. O professor deve levar em conta
ao propor atividades numéricas, como encorajar as crianças a colocar objetos em
relação, pensar sobre os números e interagir com seus colegas.
Autonomia :
direito do indivíduo governar a si mesmo, agir por leis próprias, na educação a
criança não deve ser levada a dizer algo que não acredita, o professor tem a
missão de estimular o pensamento espontâneo da criança .
Heteronomia : pensar
pela cabeça do outro, reproduzir pensamento do outro.
O
professor deve criar situações de encorajamento, ou seja, a criança deve ser
estimulada a construir a estrutura mental do numero e assimilar as palavras a
esta estrutura.
O ensino tradicional
apenas reforça a heteronomia, por exemplo, ao dar um exercício e apenas
corrigir marcando certo ou errado e não mostrar onde o aluno errou, formando
indivíduos que apenas reproduzem, não sabem expor ideias ou ser crítico
quarta-feira, 21 de maio de 2014
RESUMO FILOSOFIA
RESUMO
FILOSOFIA
O nascimento da lógica (Chauí, p. 226 a 241).
Lógica:
uma conclusão tirada por alguém, mas o que já sabemos nos faz julgar que a
conclusão é indevida e deveria ser outra. Coerência , raciocínio.
Lógico:
tirar uma conclusão do que nos parece óbvia.
Dá-se o nome de Lógica aristotélica ao sistema lógico desenvolvido por Aristóteles a quem se deve o primeiro estudo formal do raciocínio. Dois dos princípios centrais da lógica aristotélica
são a lei da não-contradição e a lei do terceiro excluído. A lógica aristotélica, em particular, a teoria do silogismo, é apenas um fragmento da assim chamada lógica
tradicional e é um instrumento que antecede o exercício do pensamento e da
linguagem.
Ao usarmos as palavras lógico e lógica, estamos participando
de uma tradição de pensamento que se origina da filosofia grega.
Logos.....linguagem
– discurso
Pensamento
– conhecimento
Platão dizia que através da dialética ( diálogo ou uma
conversa em que os interlocutores possuem opiniões opostas sobre algo e devem
argumentar de modo a passar das opiniões contrárias à mesma ideia ) é possível conhecer a essência e sair da aparência.
Filosofia da educação ( Reboul)
A
filosofia da educação é um ramo da FILOSOFIA.
A
filosofia visa por em questão tudo que acreditamos poder saber e nos dá
condições para refletirmos sobre a condição humana. A educação moral é possível
quando tenho a capacidade de reflexão.
Nenhum
domínio da existência humana escapa à interrogação filosófica.
A
educação é uma parte da existência humana. O homem se distingue do animal
através do trabalho, cultura e linguagem, porém, não existe nada disso sem
educação.
Segundo
Kant: “ O homem não pode se tornar homen senão pela educação”.
Conceito de educação ( Aranha, p. 50 a 76)
A
educação é um fator importante para humanização e socialização.
Ato de
educar; o ato pedagógico tem 3 componentes: um agente, mensagem e um educando.
O ensino consiste na transmissão de
conhecimentos, porém, quando doutrinado é pseudo-educação que não respeita a
liberdade do educando, impondo-lhe conhecimentos e valores .
Educação
e ensino se completam.
Finalidade da educação:
A
educação não deve ser separada da vida nem é
preparação pra vida, mas é a vida
mesma. Os fins se baseiam em valores provisórios que alteram conforme
alcançamos objetivos e quando mudamos a realidade vivida.
Educação
e política : é impossível separar a educação do poder .
Educação
informal: não é organizada, é exercida a partir das vivências e com base no bom senso. Estamos aprendendo
em todos lugares, igreja, em casa, trabalho, amigos, associações.( lembrem-se
das aulas de introdução à pedagogia).
Família:
instituição social, sujeita a mudanças de acordo com as diferentes relações estabelecidas entre os homens.
Infância e educação ( Kohan)
Infância
em Platão:
1 como
possibilidade
2 como
inferioridade
3 como
superfluidade
4 como
material da política
O autor organiza o entendimento de Platão acerca da infância,
o artigo de Kohan orienta a política como premissa representativa inerente ás
relações ocorridas entre educação, filosofia e infância.
Política: ação
conforme a ideologia de um grupo.
Política da
educação: como vai conduzir a educação
Assistam vídeo: Educação segundo Platão ( you tube)
A invenção de Emílio (Boto)
Educação obrigatória
teve origem na Prússia .
Refletir sobre o
pensamento pedagógico de Rousseau, ele enfatiza a preocupação quanto ao
estabelecimento do ser na criança. Rousseau é o primeiro a entender a infância como parte do ser humano.
Emilio é uma obra que
fala de afeto. O professor interfere o menos possível e na 1ª infância não se
devia ensinar novos saberes mas sim preservar os que a criança tem e a escola
prepara o aluno para o contato com o mundo.
REFERÊNCIAS
Anotações pessoais
Assinar:
Postagens (Atom)